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Dia da Pneumonia

Dia 12 de Novembro foi o dia da Pneumonia, uma data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2009, para aumentar a conscientização e prevenção da doença.


Em um comunicado divulgado na terça-feira (12), a Unicef, a agência da ONU para a Infância, e outras cinco organizações, incluindo a ONG Save the Children, alertam para o fato de que a pneumonia é uma “epidemia esquecida”. Em 2018, a doença respiratória matou uma criança de menos de 5 anos a cada 39 segundos, informa o texto. Ao todo, mais de 800.000 crianças dessa faixa etária morreram no ano passado, vítimas da infecção. “A maioria das mortes afeta crianças de menos de dois anos, sendo que 153.000 delas faleceram em seu primeiro mês de vida”, indicam.


Como na maior parte das infecções, os grupos que apresentam maior vulnerabilidade são os idosos e as crianças. Por isso, é essencial ficar atento a alguns sintomas que podem sugerir essa doença, como febre alta e persistente, falta de ar, chiado no peito, tosse persistente e gemência. A intensidade da doença varia de leve a muito grave, dependendo de quem está causando a pneumonia e outros detalhes ligados às condições do doente. A boa notícia é: A maior parte das pneumonias são leves e respondem bem aos tratamentos, desde que diagnosticadas rapidamente, e não costumam deixar sequelas.



O melhor remédio é tentar prevenir, claro. “A queda de resistência está relacionada a fatores como poluição, água e friagem”, garante o doutor Aranha. Cigarro em casa, nem pensar. Filhos de fumantes têm 25% a mais de chance de ter doenças respiratórias. Verifique se a ventilação é suficiente e evite usar substâncias irritantes, como aerossóis e desinfetantes fortes.

Além de todos esses cuidados, fique atendo ao aspecto emocional. Para a antroposofia, a pneumonia vai além dos sintomas físicos. Com o funcionamento dos pulmões, o bebê passa a respirar, ganha vida. O órgão está diretamente ligado ao amadurecimento. “Quando a criança consegue superar dificuldades, fortalece a parte de si que estava vulnerável”, diz Aranha. A gente sofre junto quando o filho fica doente, mas acontece, não tem jeito. A solução é manter um ambiente saudável e prevenir no que for possível. Mas, na hora que o bicho pegar, nada de paranoia. Com um diagnóstico rápido da doença, o seu filho vai sair dessa sem sustos e ainda muito mais fortalecido.

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